Swinging

Swing

O swing é a troca de parceiros ou a partilha de experiências sexuais, recreativa e consentida, normalmente vivida por casais dentro de limites combinados de antemão.

Dois casais em silhueta à luz das velas num encontro íntimo, a evocar o swing

O swing é o lado recreativo da não monogamia consentida: casais — e por vezes pessoas sozinhas — que escolhem partilhar experiências sexuais com outros mantendo a sua própria relação no centro. Vai do soft swap, que fica aquém da relação completa, ao full swap, e pode acontecer em casas particulares, em festas organizadas ou em clubes liberais.

O que define um swing saudável não é o que se faz, mas a forma como se faz: comunicação aberta, limites definidos de antemão e a liberdade de qualquer um dos parceiros abrandar ou parar a qualquer momento. Muitos casais descrevem-no como algo que fazem juntos — uma aventura partilhada e não uma licença para se afastarem.

A etiqueta importa. Um «não» é sempre respeitado, sem pressão nem amuos; a discrição protege a privacidade de todos; e o consentimento confirma-se em vez de se presumir. A maioria dos casais entra aos poucos, muitas vezes começando pela conversa, por eventos ou pelo soft swap antes de decidir até onde quer ir.

Perguntas frequentes

O swing é o mesmo que trair?

Não — o swing é combinado abertamente entre os parceiros, enquanto a traição é, por definição, secreta e não consentida.

É preciso fazer alguma coisa num clube?

Nunca. Muitos casais vão simplesmente para desfrutar do ambiente; participar é sempre opcional.

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